sábado, 31 de janeiro de 2015

AMOR ACORRENTADO


Procuro no amor a resposta
Que me libertará desse jugo
Quero gritar liberdade respirar
Ver-me livre desse verdugo
Que me castiga atormentado
De semblante encrespado
Mudo…
Sempre mudo…
Em que a palavra
Se afunda no mesmo silêncio
Em que me revejo
No desejo
De falas ter
Mas não invejo
O mesmo ser
Nu o desejo

De te querer…

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