Viverei mais
uma vez?
Outros sete
mil anos?
De encontros
e desencontros
Desesperado
Quase sempre
apaixonado
Outras
tantas vezes mortificado
Pela culpa
acossado
De ser Céu e
ser inferno
Nesta terra
abandonado
Mas sereno…
E nesse
mesmo instante
Na brevidade
do mesmo dia
Vem a noite
Vem o céu
Vêm as
estrelas
Vem
Vem a noite
Vem o dia
Vem o amor
E mais
ninguém…
Sem comentários:
Enviar um comentário