Neste Oceano
de lágrimas
Em que me
afundo devagar
Deposito as
minhas mágoas
De partir e
não mais voltar
Não voltar
ao berço quente
Do meu país…
terra natal…
Como uma
cruz que carrego
Nesse
suspiro final
De te ter
uma vez mais
Em meus
braços vespertinos
De morrer em
ti mil ais
Desses
beijos amantinos
De desejos
inconstantes
De ser a luz
dos teus olhos
Eu que sou
cego e vejo
Revendo-me
nesses escolhos
Do teu corpo
os sobejos…
Da luz dos
meus
Dos teus
olhos…
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